Praga de mãe pega! Não dê mole!

Antes de começarmos o texto eu devo alerta-los, que em momento algum pede-se a sua opinião quanto à moralidade aplicada, pois nele falamos de manipulação de ferramentas, e como essa ferramenta é utilizada, cabe apenas ao operador e mais ninguém!

Muito se brinca afirmando que “praga de mãe pega“, mas a “praga” assim nomeada é o que chamamos de maldição, que nada mais é que uma descarga de energia de forma vocálica/sonora, onde através da manipulação energética do Vishudda Chakra, o intento desgovernado (No caso de pessoas que não prestam atenção que estão lançando maldições por ai) é lançado. Não podemos esquecer que usar a palavra “manipulação” não significa atribuir destreza à algo, pois apenas atirar com um revolver é mais fácil que mirar e acertar o alvo que se tem em questão!

O Vishudda Chakra é conhecido como o “purificador”, é um chakra ligado à expressão, à criatividade e é dito como gerador de vida, biologicamente ele está atrelado às cordas vocais e à glândula tireoide. Na cultura hindu, o universo surgiu do som, e se o chakra está ligado ao órgão produtor de som, que são as cordas vocais, o chakra que emite som é capaz de manifestar vibrações ligadas diretamente aos sons primordiais, som primordial esse dito e tido como “OM

Muitos grupos esotéricos tomam a frequência sonora 415.305Hz – G como som de base para afinação vocal da vibração de suas palavras de poder, essa frequência está ligada diretamente ao chakra laríngeo, o mesmo Vishudda Chakra.

Eis aí o verdadeiro macete para a criação de boas maldições, que se constroem dentro de uma sistemática muito simples.

A maldição é um sigilo vocálico carregado com todo o intento visualizado no momento de proferir as palavras, energizado e vibrado da forma necessária de acordo com o que alimenta o intento.

Maldições costumam ser proferidas a partir da raiva, ódio e outros sentimentos que custam pouco da nossa capacidade analítica, por isso funcionam tão bem, pois poucos filtros se manifestam para impedir-nos de dizer o que queremos, visto que muitas vezes só o que nos cabe é falar.

(Depois disso dito e lido, se você se identificou com um sentimento aparecido no momento da leitura, muito provavelmente você é um feiticeirozinho de merda, bem vindo ao clube rs)

Além da parte técnica da construção do processo , temos o âmbito psicológico que deve ser sempre lembrado no ato de amaldiçoar. Maldição é um ato mágico, e todo ato magico está ligado de certa forma tanto ao operador quanto ao receptor, seja ele animado ou não, afinal de contas, tudo vibra!

Um bom exemplo para falar da parte psicológica, é do caso de uma maldição proferida à alguém que está próximo do operador e esse não se incomoda de ser ouvido. É importante que a maldição seja ouvida e que seja proferida utilizando elementos que mexam com o psicológico do receptor (caso ele seja um ser vivo), algo que cause uma abertura no seu campo energético para que seu intento se manifeste de forma mais efetiva que a vontade do receptor em se proteger.

Exercício Prático

Você vai precisar de:

  1. 1 pessoa para amaldiçoar;
  2. Conhecer fatos sobre a pessoa/alvo que quando ela ouvir será automaticamente tocada pelo assunto ainda que não manifeste sinal (segredos obscuros costumam servir, mas cuidado com sua segurança orgânica)
  3. manjar de visualização criativa;
  4. manjar de percepção e manipulação energética (Mas se até tua mãe que não manja, disse que você não seria nada na vida e você de fato não foi, não significa que seja tão essencial assim)

Construção:

  1. Vibre em seu corpo o sentimento que alimentará o intento/maldição;
  2. Construa em sua “tela mental” (nossa, que kardecista ele, olha ele) a manifestação de seu intento. Seja o mais exato possível e o mais detalhista possível, sinta os odores do momento, a movimentação do ar, a temperatura, os sons, sabores e tudo mais que possa tornar mais próximo do acontecimento na nossa realidade objetiva, ou caso seja de forma astral os acontecimentos, ainda assim construa de forma muito bem detalhada todo o processo da realização, e LEVE EM CONSIDERAÇÃO não apenas as influencias de seus atos sobre o receptor, mas também leve em consideração as influencias do ambiente em que se realizará sobre seu intento.
  3. Tenha em mente o que será dito, sabendo que o que for ouvido deve deixar brechas para a manifestação da sua vontade sobre a vontade do receptor que “abriu a guarda” após a “mágoa” do que ouviu.
  4. Caso seja possível, na hora de vocalizar o intento, lembre-se que isso tudo é como um sigilo, você está transformando sua imagem mental em som, portanto, o som e a forma como é vocalizado são muito importantes, então pronuncie todas as letras e palavras da frase, seja audível ao proferir.
  5. Só amaldiçoe alguém se você estiver disposto à entrar em toda essa trama de manipulações e densidades energéticas, porque quando a gente fala que tudo vibra, também significa que aquilo que vibra tende à se juntar à outras vibrações de padrões próximos, e isso significa que se você não segurar a onda, tua maldição pode te foder, ok?

Caso deseje proferir em voz baixa, vibrando na frequência apropriada, e colocando aquilo que brincamos chamando de “prana” na frase a ser expressa, tudo funcionará, basta tentar 😉


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